16 Novembro 2009

Photos of Ghosts





Premiata Forneria Marconi: Photos of Ghosts (1973)

Hoje em dia não mais é um disco raro, gravado por uma banda conhecida somente por uns poucos iluminados. Mas quando esse album foi lançado, serviu como porta de introdução para esse grupo de som único, que conseguiu, graças ao talento de seus integrantes, fundir suas influências e criar música original, passando ao largo do rótulo de mera cópia de A ou B.
A versão (LP) americana de Photos of Ghosts tinha capa dupla, tendo em seu interior uma foto colorida da banda caminhando, em uma daquelas velhas e úmidas ruas italianas, carregando pães (claro!) de diferentes formatos, bem como a reprodução das letras. Mauro Pagani à frente da fila, com uma mini-baguete, simulava tocar uma flauta.

Tendo em vista o recente fim do Geocities ("cortesia" do Yahoo), reproduzo abaixo um texto meu, escrito em 1997 e que fazia parte de um site lá hospedado, bastante simples, que mantive por vários anos, dedicado à música "Progressiva". Repito, o ano era 1997: nem se sonhava ainda com blogs, sites de compartilhamento, etc. Informações sobre grupos ainda eram conseguidas (quando se conseguia) na internet através de sites de admiradores, cujas URLs tinham em média uns 10 cm de comprimento; tudo era muito tosco para os padrões de hoje.
Sobre muitas bandas, quase nada se sabia. Estariam ainda ativas? perguntas assim, há 11, 12 anos, eram comuns.

O texto original segue na íntegra, sem alterações, atualizações, etc.

******

Premiata Forneria Marconi

É interessante a quantidade de excelentes grupos progressivos oriundos da Itália. É uma pergunta que já fiz a mim mesmo, várias vezes. Por que na Itália, e não na Alemanha, França, ou Espanha, por exemplo? Claro que em todos esses países temos alguns bons grupos, em maior ou menor escala (você tem 5 segundos para citar uma banda Francesa... é difícil, exceto para as ratazanas das lojas especializadas), mas os Italianos realmente destacam-se.

Tradição em música clássica? Na Alemanha/Áustria tivemos Beethoven, a família Bach, Brahms, todos os Strauss (Joseph, Johann, Richard), Mozart, Wagner, Mahler, Schumann. Na França, Debussy, Ravel, Berlioz...Claro que os Italianos contribuiram com Vivaldi, Albinoni, Rossini, Vivaldi, Torelli...e também com a Ópera, gênero que durante alguns séculos (XVIII e XIX) era presença quase obrigatória no catálogo dos principais compositores (uma das exceções é a de Brahms, que jamais compôs nada no gênero, e outra é Beethoven, cuja ópera Fidélio parece ter tido um parto à fórceps).
É inegável, porém, que os Italianos são um povo (com o perdão do lugar-comum) extremamente musical, e provavelmente este fato, aliado ao gosto pela música clássica, tenha gerado uma combinação de ingredientes que possibilitaram a existência de centenas de grupos com qualidade bem acima da média de outros países - inclusive o próprio Reino Unido.
Coerentemente, vários grupos progressivos da Inglaterra sempre possuíram uma legião de admiradores na Itália. Muitas vezes praticamente ignorados pelos seus conterrâneos, bandas como Argent, Gentle Giant, Renaissance e Van der Graaf Generator eram (e são) idolatradas pelos Italianos. De fato, é meio difícil imaginar Peter Hammill tomando cerveja quente e jogando dardos num pub.
A Premiata Forneria Marconi (ou PFM) teve em sua formação original os músicos Flavio Premoli (teclados, vocais), Giorgio Piazza(baixo), Franco Mussida(guitarra, vocais), Franz di Cioccio(bateria, vocais) e Mauro Pagani(violino, flauta e vocais), quase todos oriundos de conservatórios. Já em seus primeiros albums percebia-se a excelência de seu instrumental e composições, a ponto de despertar a atenção da então recém-criada (1973) Manticore Records(pelos EL&P) que lhes ofereceu um contrato de gravação - daí originando-se o album Photos of Ghosts, co-produzido por ninguém menos que Peter Sinfield (ex-King Crimson) e autor das letras em inglês do disco. O Photos of Ghosts na realidade baseia-se largamente em faixas gravadas anteriormente pela Premiata, constantes dos albums italianos Per Un Amico e Storia de un Minuto, devidamente remixadas (algumas, regravadas) e às quais foram agregados os vocais em inglês, exceto na faixa Il Banchetto - cantada em Italiano! Fato esse bem indicativo do prestígio do grupo, posto que sabemos que nossos irmãos anglo-saxões possuem profunda ojeriza a qualquer coisa que não são capazes de entender (ao contrário dos Brasileiros, que adoram ouvir músicas das quais não entendem sequer uma palavra das letras).

O album a seguir, ainda pela Manticore, foi o The World Became the World, originalmente lançado na Itália como L'Isola di Niente, e que apresentava o baixista Patrick Djivas no lugar de Giorgio Piazza. Neste disco já se tornava possível perceber (embora de forma sutil) alterações na textura do som do grupo.

A Premiata nunca destacou-se pela qualidade de seu vocal, verdade seja dita. Tanto que no ano de 1975, foi convidado Bernardo Lanzetti para assumir o vocal principal. Naquele mesmo ano, saíram da Manticore Records, lançando pela RCA o album Chocolate Kings, e no ano seguinte o disco Jet Lag (este gravado nos USA). Lanzetti era uma espécie de sub-Peter Gabriel (precursor, portanto, do cantor-lenhador Fish do Marillion) e freqüentemente "passava do ponto" em seus
trinados e vibratos, o que, para mim pelo menos, originava uma sensação que oscilava entre o torpor e a irritação. Enquanto que o album Chocolate Kings, ao menos instrumentalmente era interessante (sem comparação, no entanto, aos trabalhos anteriores), o disco Jet Lag foi frustrante também neste ponto. Pior: não contavam mais com Mauro Pagani, substituído pelo violinista Gregory Bloch, totalmente burocrático. Sem preconceitos, por favor, mas o que esperar de um disco da Premiata gravado na Califórnia?

Acho que os membros do grupo tiveram a mesma sensação de direção errada, pois a partir daí deram uma guinada radical em sua carreira: Voltaram para a Itália, abandonaram quase totalmente o lado "progressivo" de sua música, assumiram novamente os vocais em sua língua original e convidaram o violinista/tecladista Lucio Fabri para o lugar de Greg Bloch.

Franz di Cioccio, tal e qual Phil Collins, assumiu os vocais e a posição de front-man do grupo. Seus discos, a partir daí, tiveram um cunho "back to the roots", e em sua maioria são simpáticos e razoáveis (Suonare Suonare, por exemplo), porém sem grandes novidades ou ousadias.

Gravaram (1976), na condição de banda de apoio, dois discos ao vivo com o compositor Fabrizio di André, e pelas últimas notícias, parece que estão retornando à ativa depois de um longo e discreto período de poucas atividades.

De qualquer forma, a Premiata Forneria Marconi é sem dúvida uma magnífica exceção no panorama progressivo mundial. Grupo detentor de grande capacidade técnica e criativa, sua música influenciou profundamente vários grupos, inclusive Brasileiros (Bacamarte, por exemplo).

P.S: Há uns quatro anos atrás, assisti, pela TV, ao Lucio Fabri dirigindo a orquestra no festival de San Remo. Não é por nada, mas as músicas das quais ele foi o arranjador e condutor musical foram as melhores do festival...

Track List (CD) e Line Up:

1. River of Life (6:56) *
2. Celebration (3:50) **
3. Photos of Ghosts (5:20) *
4. Old Rain (3:40) ***
5. Il Banchetto (8:34) ****
6. Mr. 9 Till 5 (4:07) **
7. Promenade the Puzzle (7:35) *

Mussida, Pagani, Premoli, Sinfield *
Mussida, Premoli, Sinfield **
Premoli ***
Mussuda, Pagani, Premoli
****

- Franz Di Cioccio / drums, vocals
- Franco Mussida / electric and acoustic guitar, vocals
- Mauro Pagani / flute, violin, vocals
- Giorgio Piazza / bass
- Flavio Premoli / keyboards, vocals

Produzido por PFM & Peter Sinfield




[RS] [58MB @192kbps CBR]

Morcegando: Rush


Rush (2009) Working Men
[compilation]
[lançamento em 16 de novembro de 2009]

Band:
Geddy Lee - vocals, bass, keyboards
Alex Lifeson - guitar, vocals
Neil Peart - drums, percussion

Tracks:
01 - Limelight 04:52
02 - The Spirit Of Radio 05:08
03 - 2112 06:53
04 - Freewill 05:45
05 - Dreamline 05:14
06 - Far Cry 05:24
07 - Subdivisions 05:59
08 - One Little Victory 05:27
09 - Closer To The Heart 03:22
10 - Tom Sawyer 05:34
11 - Working Men 05:38
12 - YYZ 04:49


[RS] [127MB @VBR]

Rush é uma banda canadense de rock progressivo formada originalmente em agosto de 1968, na cidade de Toronto, Ontário, composta atualmente pelo baixista, teclista e vocalista Geddy Lee, guitarrista Alex Lifeson, e o baterista e letrista Neil Peart. O grupo passou por uma série de diferentes formações entre 1968 e 1974, alcançando a formação definitiva quando Neil Peart tinha substituído o baterista original John Rutsey em julho de 1974, duas semanas antes da primeira turnê nos E.U.A..

Desde o lançamento do álbum de estreia em março de 1974, Rush tornou-se conhecido pelas halilidades instrumentais de seus membros, composições complexas, e letras elétricos que abordam pasadamente a ficção-científica, fantasia, e libertarianismo, dirigindo-se assuntos humanitários, sociais, emocionais, e ambientais.

Musicalmente, o estilo evoluiu ao longo dos anos, começando no blues inspirado no heavy metal em seus primeiros álbuns e, em seguida, englobando hard rock e o rock progressivo, um período dominado pelos sintetizadores e, mais recentemente, o rock moderno. Eles têm influenciado vários artistas musicais, incluindo Metallica, The Smashing Pumpkins e Primus, bem como as bandas de metal progressivo como Dream Theater e Symphony X.

Ao longo de sua carreira, os membros foram reconhecidos como sendo alguns dos mais eficientes em seus respectivos instrumentos, com cada membro ganhando vários prêmios em revistas. Como um grupo, Rush possui vinte e quatro certificações de ouro e catorze de platina (3 multi-platina) registrados. Segundo a RIAA, o Rush é o quarto colocado nas estatísticas de vendas de álbuns consecutivos de ouro ou platina por uma banda de rock, atrás de The Beatles, The Rolling Stones e Aerosmith. O grupo também se classifica na 78° de números de vendas nos E.U.A., com 25 milhões de unidades. Embora o número total de vendas não são calculadas por uma única entidade, a partir de 2004 várias fontes da indústria mundial estimaram as vendas em mais de 40 milhões de unidades. Wikipedia

15 Novembro 2009

Morcegando: James Cotton


James Cotton (1988) Live At Antone's Nightclub

Este álbum, gravado no Antone's Night Club, em julho de 1987 - e lançado um ano depois - é um clássico do Chicago blues, com a participação especial do legendário Pinetop Perkins ao piano. Imperdível.

Personnel:
Jams Cotton - harp, vocals
Matt "Guitar" Murphy - guitar
Luther Tucker - guitar
Calvin Jones - bass
Willie Smith - Drums
Pinetop Perkins - piano

Tracks:
1. Blow Wind
2. Juke
3. It ain't right
4. Gone to mane street
5. Oh, Baby
6. Hoochie Coochie Man
7 Eyesight to the blind
8. Midnight Creeper


[RS] [112MB @320 kbps]

Pesquisa: quem baixa de forma ilegal compra mais música

Este texto foi publicado pelo Dead or Alive em seu blog, Som Mutante, e autorizado para reprodução:


Traduzido por George Morcerf Em 12/11/09 Fonte: Myce.com

Um novo estudo reafirma que pessoas que fazem download ilegal compram mais músicas do que aquelas que não baixam faixas online. A pesquisa, feita pela Ipsos Mir, entrevistou mil usuários de internet no Reino Unido, com idade entre 16 e 50 anos.

A pesquisa revelou que aqueles que baixam música de forma ilegal gastam em média £77 ao ano em música. Isso é £33 a mais por ano do que o que é gasto por aqueles que não fazem isso. Dos participantes, 10% admitiram a prática de download ilegal.

Com o Governo do Reino Unido e a indústria musical tentando aprovar uma legislação mais dura para evitar a pirataria, isso traz a tona a seguinte questão: essas medidas poderiam realmente ser eficazes e levar a melhora das vendas de música?

Peter Bradwell da Demos (o grupo de financiou o estudo), pondera o seguinte: "Os políticos e as empresas de música têm de reconhecer que a natureza do consumo da música mudou, e os consumidores estão exigindo preços menores e facilidade ao acesso”

Foram vistos resultados semelhantes em estudos anteriores sobre o download de músicas. Estudo de 2005 revelou que a compra de quem baixa músicas ilegais é 4,5 vezes maior do que os consumidores regulares que não fazem isso.

Fonte desta matéria (em inglês): Myce.com

ENTREGA ESPECIAL URGENTE PARA DUGABOVSKY, CELSO LOOS E YERBLUES


Barry Manilow (2007) The Greatest Songs of 70´s
[rockpop]

Line-up:
Sem Comentários

Track list:
01 - The Way We Were
02 - My Eyes Adored You
03 - Bridge Over Troubled Water
04 - How Can You Mend a Broken Heart
05 - It Never Rains in Southern California
06 - You've Got a Friend (Duet With Melissa Manchester)
07 - He Ain't Heavy, He's My Brother
08 - Sailing
09 - The Long and Winding Road
10 - (They Long to Be) Close to You
11 - If
12 - Sorry Seems to Be the Hardest Word
13 - Mandy
14 - Weekend in New England
15 - Copacabana (At the Copa)
16 - Even Now
17 - Looks Like We Made It
18 - I Write the Songs



[SB] [63MB]

Bom, após uma ausencia forçada da Internet por motivos profissionais eis que, fazendo uma pequena revisão nos Posts que não pude acompanhar neste nosso querido Blog, noto num deles uma "discussão acalorada" a respeito de quem deveria postar e o quê de um tal Barry Manilow (parece que gostam tanto dele que não entraram num consenso sobre o que e quem postar, ninguém querendo assumir esta responsabilidade). Pois bem, faço isto com prazer pra vocês Dugabowsky, Celso Loos e (principalmente) Yerblues, com as minhas "calorosas" saudações TRICOLORES SÃOPAULINAS, FUTURO HEPTA CAMPEÃO BRASILEIRO ESTE ANO e isento de qualquer conotação sexual.

14 Novembro 2009

BOTECO DO SERES - Witchcraft


Witchcraft (2007) The Alchemist
[Doom Metal, Hard Rock]

Line-up:
Magnus Pelander - vocals, electric guitar
John Hoyles - electric and acoustic guitar
Ola Henriksson - bass
Fredrik Jansson - drums and percussion

Músicos Adicionais:

Tom Hakava - mellotron, wersi, upright piano, pump organ, and percussion
Anders Andersson - saxophone

Track list:
01. "Walk Between the Lines" - 3:24
02. "If Crimson Was Your Colour" - 3:47
03. "Leva" - 4:33
04. "Hey Doctor" - 5:12
05. "Samaritan Burden" - 6:27
06. "Remembered" - 5:14
07. "The Alchemist (parts 1, 2 & 3)" - 14:38


[MF] [53MB]

Inicialmente meu pedido de desculpas a todos pelo "sumiço" desta semana, mas as mesmas "Forças Ocultas" que levaram nosso querido Yerblues semana passada, desta vez ousaram me afugentar do vosso inestimável convívio, porém estou de volta "come back home again" (só não sei por quanto tempo), mas, vamos ao que interessa:
"The Alchemist" é o terceiro álbum da banda sueca de Doom Metal, Witchcraft. O álbum foi realizado em 2007 pela Above Records. A versão japonesa (realizada pela Leaf Hound Records) contém a faixa bônus "Sweet Honey Pie" de Roky Erickson, que originalmente aparece em "Scandinavian Friends: A Tribute to Roky Erickson". (Wikipedia)
Particularmente, como sou avesso a rótulos, especialmente em se tratando de Rock, posso enumerar outra dezena deles para "classificar" o som desta banda (Doom metal, Neo-Psychedelia, Hard rock, Stoner metal, Psych folk, etc), mas para meus ouvidos é apenas hard rock dos bons, feito por gente nova e competente, nada mais...

Morcegando: AC/DC


AC/DC (2009) It Smells Rock 'n' Roll
[bootleg]

AC/DC é uma banda de rock formada em Sydney, Austrália em 1973 pelos irmãos Angus e Malcolm Young. A banda é normalmente classificada como hard rock e considerada uma das pioneiras do heavy metal, juntamente com bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath, Thin Lizzy, Judas Priest e Deep Purple. No entanto, os seus membros sempre classificaram a sua música como rock and roll.

O AC/DC já vendeu cerca de 200 milhões de cópias em todo o mundo, incluindo 71 milhões somente nos Estados Unidos.[ Back in Black já vendeu cerca de 43 milhões de cópias a nível mundial, do quais 22 nos Estados Unidos, fazendo dele o 2º álbum mais vendido de todos os tempos e o 5º mais vendido nos Estados Unidos. AC/DC ficou em quarto na lista da VH1 dos "100 Maiores Artistas de Hard Rock" e foram considerados pela MTV a 7ª "Maior Banda de Heavy Metal de Todos os Tempos" e em 2004, a banda ficou em 72º na lista dos "100 Maiores Artistas de Todos os Tempos" feita pela revista Rolling Stone.

Tracks:
# CD 1
01. Cartoon Intro 02:36
02. Rock `N´ Roll Train 04:31
03. Hell Ain't A Bad Place To Be 04:43
04. Back In Black 04:24
05. Big Jack 04:15
06. Dirty Deeds Done Dirt Cheap 05:05
07. Shot Down In Flames 03:59
08. Thunderstruck 05:57
09. Black Ice 03:57
10. She´s Got The Jack 09:23
11. Hells Bells 06:20

# CD 2
01. Shoot To Thrill 06:16
02. War Machine Anything Goes 07:24
03. You Shook Me All Night Long 04:12
04. TNT 04:23
05. Whole Lotta Rosie 06:10
06. Let There Be Rock Audience 15:40
07. Highway To Hell 04:37
08. For Those About To Rock (We Salute You) 08:21

CD 1
[RS] [119MB @ 320kbps]


CD 2
[RS] [123MB @ 320kbps]


Covers

13 Novembro 2009

Entrega Especial do Dugabowski


Them Crooked Vultures (2009) Them Crooked Vultures

Um supergrupo de rock clássico, Them Crooked Vultures é formado pelo guitarrista do Queens of The Stone Age e vocalista Josh Homme, pelo ex-Nirvana e atual guitarrista e vocalista do Foo Fighters, Dave Grohl, na bateria, e pelo ex-Led Zeppelin, John Paul Jones, no baixo. A primeira conversa em torno de um trabalho conjunto do trio ocorreu pela primeira vez em 2005, mas não se ouviu falar mais do projeto até o verão de 2009, quando a Them Crooked Vultures anunciou que iriam gravar um álbum em Los Angeles. A banda fez sua estréia ao vivo no Cabaret Metro de Chicago depois de uma apresentação fechada no Lollapalooza Festival, e trouxe para auxiliar a banda, tocando guitarra rítmica e teclados, o colaborador de longa data de Homme, Alain Johannes. As músicas dos shows revelam uma mistura de grunge, hard rock e rock progressivo, incluindo a canção “Nobody Loves Me And Neither Do I”, que a banda postou em vídeo no seu canal do Youtube, uma semana depois do seu show inaugural. O grupo passou o resto do verão no circuito de festivais e, em seguida, lançou o seu disco homônimo (biografia de autoria de Heather Phares, extraída do site “allmusic” e traduzida livremente do inglês).

Personnel:
Josh Homme: Vocals, Guitars
John Paul Jones: Bass, Keyboards, Back-up Vocals, Piano, Keytar, Slide Guitar, Mandolin
Dave Grohl: Drums, Percussion, Back-up Vocals

Tracks:
1. No One Loves Me & Neither Do I
2. Mind Eraser, No Chaser
3. New Fang
4. Dead End Friends
5. Elephants
6. Scumbag Blues
7. Bandoliers
8. Reptiles
9. Interlude with Ludes
10. Warsaw or the First Breath You Take After You Give Up
11. Caligulove
12. Gunman
13. Spinning in Daffodils


[MU] [112MB @320kbps]

Prestigiando as mulheres parte II by Dugabowski

Prestigiando as mulheres parte II: três bandas (The Paybacks, The DT’S e The Cliks), três frontwomen (Wendy Case, Diana Young-Blanchard e L. Silveira).

Não sei o que acontece: só eu coloco mulher aqui no blog. Acho que vou começar a cobrar pela alcovitagem.
Mas vamos ao que interessa. Inicialmente, seria indesculpável não destacar o disco da Paybacks, disco, aliás, bastante difícil de encontrar (idem os outros dois da banda); levei muito tempo para conseguir este, e apenas este, mas valeu a espera, porque o considero um achado, já que o som do grupo é bom demais (que eu me recorde, banda com som pesado e vocalista feminina (não vocalista feminina com banda de apoio, tipo Fulana de Tal e Os Sicranos; aí é carreira solo disfarçada), no mesmo patamar da Paybacks, só a Stone The Crows e a Big Brother & The Hold Company (com aquela cantorazinha...); correndo por fora, a Bellrays e a DT’S (também aqui postada); honestamente, não me lembro de outras; Detroit Cobras e Fondas até acho boas, mas inferiores). E muito da qualidade do disco da Paybacks deve-se (afora, evidentemente, ao vocal da cantora Wendy Case) à guitarra de Danny Methric: isto mesmo, o guitarrista dos Muggs, cujos dois discos já foram aqui postados. E mais não é preciso dizer: quem gostou do som dos Muggs pode bancar suas fichas no som da Paybacks; é retorno garantido, porque os dois times foram treinados pelo mesmo técnico: Mr. Quality, que, por sinal, tem prestado serviço a muitos outros grupos contemporâneos, gerando luz no fim do túnel...
Destaquei o disco da Paybacks, mas isso não significa dizer que os álbuns das outras duas bandas, DT’S e Cliks, não sejam bons; são, mas, cotejados com o da Paybacks, figuram como coadjuvantes (ressalvando que tudo é questão de gosto; certamente muitos preferirão a DT’S ou a Cliks ao invés da Paybacks; o que está escrito aqui é opinião minha; é bom deixar claro), embora de luxo, como constatará quem os ouvir.
As biografias das bandas, em português, seguem o mesmo esquema anterior: estão nos botões correspondentes.
Decifrando a falcatrua (não confundir com delação premiada): há uma informação falsa, ou uma meia-verdade, no título e no espírito da postagem (nada, porém, que a comprometa; é apenas uma brincadeira, pra descontrair). Se você, amigo freqüentador do SdN, tem mania de detetive (quem não a tem? atire a primeira pedra...), ou de delegado, ou de policial-militar (se assistiu à Tropa de Elite duas vezes ou mais, nem precisa pensar: tá “enquadrado” no bloco dos maníacos, e sonha ser o Capitão Nascimento... todos os dias), ou se julga o Sherlock Holmes reencarnado (ou seus derivativos: Hercules Poirot, Miss Marple, Inspetor Maigret, Inspetor Clouseau, Columbo, Kojak, Scooby-Doo, Jack Bauer, MacGyver, Vigilante Rodoviário (e o seu inseparável cão Lobo), Spirit, Lassie, Rin-Tin-Tin, Tintim, Baretta, Fox Mulder, Dana Scully, Dr. Alex Cross, James Bond, O Santo, Max Payne, Padre Brown, Sam Spade, Rabujento, Lew Archer, Ellery Queen, Philip Marlowe, Nero Wolfe, Charlie Chan, Carmen Sandiego, Chuck Norris, Agente 86 (e a 99), Ed Mort, Kay Scarpetta, William De Baskerville, Mário Fofoca, Magnum, Indiana Jones, Dirty Harry, O Fantasma, Duke Nukem, Olho Vivo & Faro Fino, Clarice Starling (e o seu ajudante vegetariano, Dr. Hannibal Lester), Spinosa, Ace Ventura, Deckard, Mandrake (o americano, com seu companheiro Lothar (hum...), e o brasileiro), Veronica Mars, Spike, Salvo Montalbano, Johnny Quest, Agente X-9, Shaft, Bellini, Eliot Ness, Beethoven (o cachorro, não o compositor), Dick Tracy, Monk, etc. – a lista é grande; se alguém souber de mais algum, coloque aí nos comentários; vamos ver quantos mais vem à tona; só vale personagem fictício (não sabia que o Chuck Norris é um personagem fictício?) e não vale super-herói), esta é a sua chance de por em prática os seus dotes investigativos: descubra qual a falcatrua inserida aqui no post; dica: quem deu uma olhadela (se fez mais do que isso já pode ser considerado viciado em fofocas) nas últimas notícias sensacionalistas envolvendo a cantora (sic) Cher pode estar farejando a verdade (bah! agora ficou fácil demais...). O primeiro que a descobrir e a revelar nos comentários ganhará... o que mesmo? Ah, sim: felicitações por escrito, pela façanha, e o galardão maior: uma experiência acumulada para futuras participações no excitante jogo “Detetive”, da Estrela (pqp, é prêmio pra ninguém botar defeito, vamos admitir...); pode inclusive, quando estiver jogando, se gabar da proeza perante os outros participantes; já pensou o efeito? “Fui o primeiro a matar uma charada bem difícil lá no blog SdN”. Então, mãos à obra; não perca esta oportunidade, que talvez não se repita.



The Paybacks (2006) Love, Not Reason


Wendy Case: Guitar (Acoustic), Guitar (Electric), Vocals
Billy “Tornado” Hafer: Percussion, Conga, Drums
Danny Methric: Guitar
John Szymanski: Organ, Bass


1. Love Letter (Case)
2. Call When You're Ready (Case, Methric)
3. Dumb Love (Case)
4. Painkiller (Case)
5. Something Simple (Case, Szymanski)
6. Stranger in the House (Case)
7. Shotgunn (Case)
8. Divided by Two (Case)
9. Bring It Back (Case)
10. Like a Man (Case, Methric)
11. Sleepwalking (Case)

The Paybacks surgiu, com arrogância, em Detroit, na virada do século, quando artistas também estilosos como White Stripes e The Go estavam rastejando no mainstream com um som semelhante. Formada pela cantora e guitarrista Wendy Case, o baterista Pat Pantano, o baixista Marc Watts e o guitarrista Marco Delicato, os seus membros tinham tocado em bandas locais antes de juntarem forças para criarem o seu próprio grupo de rock. Quando Pantano e Watt deixaram a banda, foram substituídos por Mike Latulippe e John Szymansky, respectivamente, solidificando a formação do grupo justamente na época em que começaram a se apresentar ao vivo. A banda chegou a gravar uma música no selo Sympathy da gravadora Sympathetic Sounds de Detroit, mas o álbum completo “Knock Loud” foi lançado pela Get Hip Records em 2002. O espirituosamente chamado “Harder and Harder” chegou dois anos depois. A banda conseguiu fazer algumas aparições na televisão em 2004, incluindo um par de intervenções no NBC's Last Call com Carson Daly. The Paybacks gravou seu terceiro e último álbum, “Love, Not Reason”, na primavera de 2006, com lançamento no final do mesmo ano.
(Biografia de autoria de Bradley Torreano, extraída do site allmusic e traduzida livremente do inglês).


[MU] [62MB @VBR]



The DT’S ( 2007) Filthy Habits


Diana Young-Blanchard: Vocals
Dave Crider: Guitar
Phil Carter: Drums
Scott Greene: Bass
Músicos adicionais:
Patti Bell: Keys
Jack Endino: Cowbell nas faixas 1, 2, 3, 5 e 6


1. April Holeso
2. Mystified
3. Freedom
4. Crowfinger
5. Turn Loose
6. Red Eye
7. Sweet Words
8. Star Time
9. Sugar Time
10. Light’s Out

Soul cru + rock hard = alma de pedra... ou pelo menos é assim que funciona a matemática para o DT’S, uma banda do noroeste do Pacífico, que combina o poder emocional do R&B com a pegada e o poder do rock & roll. Formada em Seattle, Washington, em 2001, a DT’S foi um projeto longo, envolvendo várias fases, do guitarrista Dave Crider – mais conhecido como co-fundador da Mono Men, banda ícone garageira da cidade de Washington, e cabeça do influente selo independente Estrus Records – e a vocalista Diana Young-Blanchard, cujo currículo inclui passagens pelos grupos Madame X, Baba Rhum e Stiffs Lucky. Os amigos de longa data vinham cogitando formar uma banda durante boa parte de uma década, mas foi só quando Young-Blanchard mudou-se de Seattle para Bellingham e Crider dissolveu a Mono Men que a DT’S tomou corpo. Associando-se ao baterista Phil Carter (que havia tocado com Crider na vida curta da Watts, um projeto posterior ao Mono Men), a banda começou a trabalhar na zona musical de Seattle, acrescentando mais tarde um tecladista, Patti Bell, outro conhecido que tinha tocado com Crider num projeto paralelo, Roof Dogs. Depois de ganhar elogios pela intensidade dos seus shows, a DT’S entrou em estúdio com o produtor Tim Kerr e gravou seu primeiro álbum, “Hard Fixed”, que chegou às lojas na primavera de 2004.
(Biografia de autoria de Mark Deming, extraída do site allmusic e vertida livremente do inglês).


[SB] [26MB @VBR]



The Cliks (2007) Snakehouse


Jordan B. Wright: Bass
Morgan Doctor: Drums, Percussion
L. Silveira: Synthetizer, Guitar, Vocals
Moe Berg: Slide Guitar


1. Complicated (Silveira)
2. Cry Me a River (Mosley, Storch, Timberlake)
3. Misery (Silveira)
4. Eyes in the Back of My Head (Silveira)
5. Soul Back Driver (Silveira)
6. Start Leading Me On (Silveira)
7. Whenever (Silveira)
8. Oh Yeah (Silveira)
9. Nobody Else Will (Silveira)
10. Back in Style (Silveira)

Desinibida, melódica, dramática e dark, a banda de Toronto, The Cliks, surgiu no cenário musical com dois petardos. Primeiro, a regravação do sucesso de Justin Timberlake, “Cry Me A River”, num estilo que misturou White Stripes e Pretenders. (...) A propaganda boca a boca começou em 2006 (...) . Em vez disso, foi a sua afetação nos shows em torno de Toronto que ganhou a atenção, tendo a imprensa comparado o grupo com Joan Jett, Jon Spencer e David Bowie, da era Ziggy Stardust. Jake Gold – um dos empresários mais bem–sucedidos do Canadá e jurado do programa Canadian Idol – começou a trabalhar com a banda, e após algumas alterações, o baixista Jordan B. Wright e o baterista Morgan Doctor ultimaram a formação. O trio logo assinou contrato com a Tommy Boy e a gravação de estréia da banda começou a andar. (...) Na mesma época do lançamento de Snakehouse, o grupo estava em turnês pelos Estados Unidos, conquistando uma audiência cativa na comunidade LGBT.
(Biografia de autoria de David Jeffries, extraída do site allmusic e traduzida livremente do inglês).


[SB] [55MB @192kbps]

12 Novembro 2009

Morcegando: lançamento da banda australiana



Este é o mais novo álbum da banda de Hard Rock australina, lançado em 10 de novembro de 2009 em duas versões: uma 'Standard', com dois CDs e um DVD; outra, 'DeLuxe,' acondicionada em um amplificador operacional, com 3 cds, um LP, dois DVDs (veja os trackslistings clicando o botão), e um livro de 164 páginas com a história da banda.

Os links são para os dois CDs da edição 'standard'.


Disc 1 - Studio Rarities
01 - Stick Around 04:40
02 - Love Song 05:15
03 - Fling Thing 02:00
04 - R.I.P. (Rock In Peace) 03:36
05 - Carry Me Home 03:57
06 - Crabsody In Blue 04:44
07 - Cold Hearted Man 03:36
08 - Snake Eye 03:17
09 - Borrowed Time 03:46
10 - Down On The Borderline 04:15
11 - Big Gun 04:20
12 - Cyberspace 02:56

Disc 2 - Live Rarities
01 - Dirty Deeds Done Dirt Cheap (Live) 05:11
02 - Dog Eat Dog (Live) 04:30
03 - Live Wire (Live) 05:06
04 - Shot Down In Flames (Live) 03:29
05 - Back In Black (Live) 04:20
06 - T.N.T. (Live) 03:53
07 - Let There Be Rock (Live) 07:31
08 - Guns For Hire (Live) 05:23
09 - Rock And Roll Ain't Noise Pollution (Live) 04:12
10 - This House Is On Fire (Live) 03:23
11 - You Shook Me All Night Long (Live) 03:27
12 - Jailbreak (Live) 13:22
13 - Highway To Hell (Live) 04:00
14 - For Those About To Rock (We Salute You) (Live) 06:56
15 - Safe In New York City (Live) 03:55



CD 1 [STUDIO RARITIES]
01. High Voltage (Original Australian Full Edit)
02. Stick Around
03. Love Song
04. It’s A Long Way To The Top (If You Wanna Rock ‘N’ Roll) (Original Australian Full Edit)
05. Rocker (Original Australian Full Edit)
06. Fling Thing
07. Dirty Deeds Done Dirt Cheap (Original Australian Full Edit)
08. Ain’t No Fun (Waiting Around To Be A Millionaire) (Original Australian Full Edit)
09. R.I.P. (Rock In Peace)
10. Carry Me Home
11. Crabsody In Blue
12. Cold Hearted Man
13. Who Made Who – 12? extended mix
14. Snake Eye
15. Borrowed Time
16. Down On The Borderline
17. Big Gun
18. Cyberspace

CD 2 [LIVE B-SIDES]
01. Dirty Deeds Done Dirt Cheap (Sydney Festival 1/30/77)
02. Dog Eat Dog (Apollo 4/30/78)
03. Live Wire (Hammersmith Odeon 11/2/79)
04. Shot Down In Flames (Hammersmith Odeon 11/2/79)
05. Back In Black (Landover, MD 12/21/81)
06. T.N.T. (Landover, MD 12/21/81)
07. Let There Be Rock (Landover, MD 12/21/81)
08. Guns For Hire (Detroit, MI 11/18/83)
09. Sin City (Detroit, MI 11/18/83)
10. Rock And Roll Ain’t Noise Pollution (Detroit, MI 11/18/83)
11. This House Is On Fire (Detroit, MI 11/18/83)
12. You Shook Me All Night Long (Detroit, MI 11/18/83)
13. Jailbreak (Dallas, TX 10/12/85)
14. Shoot To Thrill (Donington Park, 8/17/91)
15. Hell Ain’t A Bad Place To Be (Donington Park 8/17/91)

CD 3 [LIVE B-SIDES]
01. High Voltage (Donington Park 8/17/91)
02. Hells Bells (Donington Park 8/17/91)
03. Whole Lotta Rosie (Donington Park 8/17/91)
04. Dirty Deeds Done Dirt Cheap (Donington Park 8/17/91)
05. Highway To Hell (Moscow 9/28/91)
06. Back In Black (Moscow 9/28/91)
07. For Those About To Rock (We Salute You) (Moscow 9/28/91)
08. Ballbreaker (Madrid 7/10/96)
09. Hard As A Rock (Madrid 7/10/96)
10. Dog Eat Dog (Madrid 7/10/96)
11. Hail Caesar (Madrid 7/10/96)
12. Whole Lotta Rosie (Madrid 7/10/96)
13. You Shook Me All Night Long (Madrid 7/10/96)
14. Safe In New York City (Phoenix, AZ 9/13/2000)

LP SIDE A
1. Stick Around
2. Love Song
3. Fling Thing
4. R.I.P. (Rock In Peace)
5. Carry Me Home
6. Crabsody In Blue

LP SIDE B
1. Cold Hearted Man
2. Snake Eye
3. Borrowed Time
4. Down On The Borderline
5. Big Gun
6. Cyberspace

DVD 1 “Family Jewels Disc Three"
1. Big Gun
2. Hard As A Rock
3. Hail Caesar
4. Cover You In Oil
5. Stiff Upper Lip
6. Satellite Blues
7. Safe In New York City
8. Rock N Roll Train
9. Anything Goes
BONUS VIDEOS
1. Jailbreak
2. It’s A Long Way To The Top (If You Wanna Rock ‘N’ Roll)
3. Highway To Hell
4. You Shook Me All Night Long
5. Guns For Hire
6. Dirty Deeds Done Dirt Cheap (LIVE Album Promo)
7. Highway To Hell (LIVE Album Promo)
BONUS FEATURES
1. The Making Of Hard As A Rock
2. The Making Of Rock N Roll Train

DVD 2 “Live At The Circus Krone”
1. Jailbreak
2. It’s A Long Way To The Top (If You Wanna Rock ‘N’ Roll)
3. Highway To Hell
4. You Shook Me All Night Long
5. Guns For Hire
6. Dirty Deeds Done Dirt Cheap (LIVE Album Promo)
7. Highway To Hell (LIVE Album Promo)
BONUS FEATURES
1. The Making Of Hard As A Rock
2. The Making Of Rock N Roll Train


Disc 1
[RS] [101MB @320kbps]


Disc 2
[RS] [171MB @320kbps]

Morcegando: Jethro Tull


Jethro Tull (1968) This Was
[40 Anniversary Collector's Edition (2008)]

Jethro Tull é uma banda de rock formada em Blackpool em 1967. Sua música é caracterizada pelas letras, o estilo vocal cheio de maneirismos e o trabalho único na flauta de seu líder Ian Anderson, além de uma complexa e pouco usual construção musical.

Inicialmente calcado no estilo blues rock, o Jethro Tull eventualmente incorporou a seu som elementos de música clássica, folk, jazz e art rock.

A banda vendeu mais de 60 milhões de discos ao redor do mundo.

"This Was" é o primeiro álbum da banda. Gravado ao custo de apenas 1.200 libras, o álbum foi definitivamente o trabalho de amadores no cenário rock. Vendeu relativamente bem e recebeu críticas favoráveis pouco após seu lançamento, representando uma espécie de prévia do som posterior desenvolvido pela banda.

Ao contrário dos álbuns seguintes, o vocalista Ian Anderson divide aqui os créditos de composição com o guitarrista Mick Abrahams. O som do álbum no geral tende mais a uma pegada rhythm and blues do que o rock progressivo pelo qual o Tull se tornou conhecido.

Abrahams deixou o grupo após o lançamento deste álbum.

O álbum do link é composto de dois discos: no primeiro, versões remixadas do álbum original, em mono, e takes de uma gravação para a BBC; no segundo, a versão remix estéreo do álbum, dois singles remix e quatro músicas originais em mono.

Band:
Ian Anderson: Vocals, flute, mouth organ, "claghorn", piano
Mick Abrahams: Vocals, guitar, nine-string guitar
Clive Bunker: drums
Glenn Cornick: Bass guitar
David Palmer: French horn

Tracks:
# Disc 1
# Original Mono Mix
1. My Sunday Feeling
2. Some Day the Sun Won't Shine
3. Beggar's Farm
4. Move on Alone
5. Serenade to a Cuckoo
6. Dharma for One
7. It's Breaking Me Up
8. Cat's Squirrel
9. Song for Jeffrey
10.Round
# BBC Sessions
11.So Much Trouble
12.My Sunday Feeling
13.Serenade to a Cuckoo
14.Cat's Squirrel
15.Song for Jeffrey
16.Love Story
17.Stormy Monday
18.Beggar's Farm
19.Dharma for One

# Disc 2
# New Stereo Mix
1. My Sunday Feeling
2. Some Day the Sun Won't Shine
3. Beggar's Farm
4. Move on Alone
5. Serenade to a Cuckoo
6. Dharma for One
7. It's Breaking Me Up
8. Cat's Squirrel
9. Song for Jeffrey
10.Round
# Stereo Remixed Single
11.Love Story
12.Christmas Song
# Original Mono Singles
13.Sunshine Day
14.One for John Gee
15.Love Story
16.Christmas Song

Disc 1
[RS] [149MB @ 320kbps]


Disc 2
[RS] [121MB @ 320kbps]


Covers

11 Novembro 2009

Entrega Especial do Abdulah: Alter Bridge


Alter Bridge (2009) Live From Amsterdam

Alter Bridge é uma banda de metal alternativo/post-grunge dos Estados Unidos, formada em 2004 a partir da separação da banda Creed. O nome faz referência a uma ponte na cidade natal do líder/guitarrista, Mark Tremonti, lugar que era sempre proibido de ir por sua mãe. Fazendo alusão então a ir além dos limites impostos, tomar um outro rumo.

Os até então ex-integrantes do Creed Mark Tremonti (guitarrista) e Scott Phillips (baterista) juntaram-se a seu antigo companheiro, o baixista Brian Marshall, e com Myles Kennedy, ex-vocalista do The Mayfield Four para formar o Alter Bridge.

Live From Amsterdam foi gravado em 12 de Julho de 2008 no Heineken Music Hall em Amsterdam, e lançado em 12 de setembro de 2009.

Band:
Myles Kennedy - vocal, guitar
Mark Tremonti - guitar, vocal
Brian Marshall - bass
Scott Phillips - drums

Tracks:
01 - Intro 01:04
02 - Come To Life 03:29
03 - Find The Real 05:09
04 - Before Tomorrow Comes 04:18
05 - Brand New Start 04:45
06 - White Knuckles 04:53
07 - Buried Alive 04:16
08 - Coming Home 04:09
09 - One Day Remains 03:47
10 - Watch Over You 05:10
11 - Ties That Bind 03:31
12 - Blackbird 09:10
13 - In Loving Memory 05:51
14 - Metalingus 04:21
15 - Open Your Eyes 06:54
16 - Broken Wings 05:08
17 - New Way To Live 06:20
18 - Traveling Riverside Blues 03:33
19 - Rise Today 06:27


[RS] [185MB @320kbps]

Este link foi encaminhado por Addulah, o primo pobre hardroqueiro do Mulah.

10 Novembro 2009

Terça do Omar: Smokehouse


Smokehouse (1991) Let's Swamp Awhile

En 1990 Smokehouse fué una de las bandas más procuradas de la Florida realizando mas de 1000 apresentaciones en el año. El Swamp Blues (Pàntano Blues) es un estilo característico de la Florida y tiene en esta banda uno de sus mas fieles representantes,con influencias de N.Orleans y del Delta, Smokehouse toca un blues consistente y a veces tórrido como el mismo pántano. Destaque para Pack-Rat que con su harpa y una voz de meter miedo, comanda a esta exelente banda que todavía es desconocida para la gran mayoría.

Este es su primer albun, el resto de su descografía se encuentra postada en "Collective Collection"

Line up:
Anthony "Pack-Rat" Thompson: harp,vocal
Robert "Lighting Boy" Thomas: guitar,vocal
Kennet Sly: bass
Aaron "Ba-Bro Pop" Watson: drums

Tracks:
1. It's Goin' On
2. Braggin"Bout You
3. Big Mistake
4. Fork In The Road
5. Sweet Little Woman
6. I Didn't Know
7. Poontang Blues
8. Evil Woman
9. Skin It Back
10. The Day Jack Frost Killed Parson Brown


[SB] [78MB @320kbps]

A discografia da Smokehouse, disponibilizada pelo Omar, você encontra clicando aqui.

Yerblues Covers, Vol. 5 - Three Minute Pop Heaven AGAIN!

Pessoal, antes de entrar no assunto, seja-me permitido um breve papo nada a ver: César e galera do SDN, vocês me desculpem por não postar nada na última semana, é que forças ocultas (em homenagem ao Duga, que em seus ótimos textos adora lembrar o Nixon brasileiro) me impediram de dar o ar da (des) graça. Anyway, estamos voltando aos trilhos.

Este volume 5 das Yerblues Covers, como já dito anteriormente, também é dedicado ao powerpop, o gênero ame-o ou deixe-o por excelência. Mas também tem o seguinte, tem muita gente que fica jogando um monte de esterco na vala do powerpop, tipo Matchbox 20, Goo Goo Dolls, e por aí vai.... iiiiieeeeeerrrrrcccc! esse pop po-de-ro-so eu também odeio!, huahuahuahua... Yer, o reacionário, ataca novamente! Aliás, se vocês quiserem uma palhinha mais bem escrita sobre esses limites meio indefinidos que tem o powerpop, deem uma olhada neste link, é bem legal. Palhaçadas à parte, tem vários momentos destroçantes ao longo deste volume 5. O foco ainda é anos 60, com Hollies, Kinks, Who, Monkees, Creation, Easybeats e os Perucas soltando doses cavalares - e perfeitas! - de rock & roll + oooo-la-la-la em nossas cabeças... Mas os '70s já começam a se insinuar com força, especialmente com o Badfinger, os Framboesas, Big Star e Macca & Wings, que finalizam o tracklist com 4 crássicos daqueles de arrepiar. De especial nota a versão para Baby Blue, pelo Phil Keaggy... pessoal, este sujeito é, há muitos anos, da turma do rock pra Cristo, mas... uma vez rocker, não tem jeito, o troço fica ali, latente, pulsando dissimuladamente, e vez por outra, suscita erupções infernais... é só vocês ouvirem o que esse cara faz na coda da canção to know what I mean... Imperdível!

Especial agradecimento vai pra meu grande brother, Celso, The Loos, por ter me passado alguns links especialíssimos dos Kinks e dos Hollies. Reitero agradecimento ao Angelo, do powerpopcriminals.blogspot.com pela excelente série Tributes or not Tributes, de onde foram tiradas algumas faixas presentes nesta compilação. Thank you again, Angelo!

Então, sem mais blábláblá, power (pop) to the people!

Tracklist:

01 - Smithereens, The - I Don't Want To Spoil The Party (The Beatles)
02 - Beats, The - One And One Is Two (The Strangers & Mike Shannon)
03 - Shambles, The - You Make Me Feel Good (The Zombies)
04 - Yo La Tengo - Here Comes My Baby (The Tremeloes)
05 - Flamin' Groovies, The - Please Please Me (The Beatles)
06 - Tom Petty - Feel A Whole Lot Better (The Byrds)
07 - Chesterfield Kings, The - Time Will Tell (The Kinks)
08 - Mitch Easter - Valleri (The Monkees)
09 - Three O'Clock, The - Sorry (The Easybeats)
10 - Jim Basnight - I Can See For Miles (The Who)
11 - You Am I - Makin' Time (The Creation)
12 - Chords, The - She Said, She Said (The Beatles)
13 - Flamingoes, The - Water On The Brain (The Hollies)
14 - Trolleyvox, The - Our Love Was (The Who)
15 - Jam, The - Get Yourself Together (The Small Faces)
16 - Green Day - Tired Of Waiting (The Kinks)
17 - Sneetches, The - So Lonely (The Hollies)
18 - Idea - Barterers And Their Wives (Left Banke)
19 - Jiffipop - Mournin' Glory Story (Harry Nillson)
20 - David Grahame - Somebody Made For Me (Emitt Rhodes)
21 - Sloan - Waterfalls (Paul McCartney)
22 - Bill Lloyd - Lonely You (Badfinger)
23 - Matthew Sweet - Ballad Of El Goodo (Big Star)
24 - Flashcubes, The - Don't Want to Say Goodbye (The Raspberries)
25 - Phil Keaggy - Baby Blue (Badfinger)
26 - Brendan Benson - Let Me Roll It (Wings)